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Aurus e Softex juntas no Xchange Latin America
Aurus Software participou de 30 de setembro a 2 de outubro, juntamente
com mais quatro empresas brasileiras, do XChange Latin America 2009,
evento que reúne mais de 400 canais do Brasil, México, Caribe, Região
Andina e Cone Sul. O convite partiu da Softex, mais especificamente da
vertical Gestão Empresarial da Sociedade Brasileira para Promoção da
Exportação de Software. Nesta entrevista, Allan Pires, coordenador do
Portfólio de Soluções Verticais (PSV) nos fala um pouco mais sobre o
evento que acontece em Miami e sobre o convite feito à Aurus Software. Confira aqui a entrevista.
Terceirização sem "emoção"
Artigo
mostra que os erros não se encontram apenas no BPO ou BPM , mas na
arcaica forma estrutural das empresas conduzirem a organização.
Por (*) Dieter Kelber
Próxima de completar uma década no Brasil, a Gestão de Processos de
Negócios (BPM, na sigla em inglês) ainda encontra diversos problemas
crônicos na execução de projetos que envolvam mudanças nos processos
operacionais do empreendimento, seja ele qual for. Ao mesmo tempo que
as corporações absorvem rápida e facilmente filosofias, metodologias e
procedimentos como modelo de negócios, planejamento estratégico, BSC,
cadeia de valor, SOA, certificações ISO, compliance, SOX etc.,
continuam a ter grande dificuldade de sair do pensamento tradicional,
hierárquico vertical, para uma visão mais abrangente e transparente,
com foco centralizado no cliente.
A montanha-russa econômica escancarou as fragilidades das empresas.
Projetos de melhoria, reestruturação ou terceirização – tanto de
atividades como de processos – não terão êxito se não houver uma
transformação cultural na forma de atuação. Esta constatação aplica-se
também à terceirização de processos de negócios (BPO, na sigla em
inglês), seja ela mais próxima ou mais afastada da cadeia de valor. De
forma míope, alguns gestores optam pelo BPO como um mero instrumento
para redução custos e diminuição da preocupação com a gestão das
pessoas. Ao agir dessa forma, perde-se uma excelente oportunidade para
de fato introduzir nas organizações uma forma diferente de pensar e
agir.
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Catálogo de Serviços: Eficiência explícita
Por (*) Nino Albano
Para o post de hoje, escolhi um tema que gosto muito, mas antes de
iniciá-lo preciso expor uma preocupação que a muito me incomoda.
Percebo que os profissionais da área de TI têm a tendência de aumentar
a complexidade de quase tudo que fazem. Uma grande parte das conversas
que tenho com meus colegas convergem para a dificuldade de fazer alguma
coisa. Realmente parece que tudo é muito difícil e sinto que essa
postura nos distancia muito da nossa essência, que é tornar a vida do
nosso cliente fácil, com soluções amigáveis e alta disponibilidade.
Não digo que tudo é simples e que sempre exageramos, mas percebo uma
tendência muito forte de dar muita importância à coisas que não
necessariamente tem. Precisamos buscar o equilíbrio para tornar nossa
vida mais simples e assim facilitar o dia-a-dia de nossos clientes.
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A tecnologia como aliada da sustentabilidade
Por (*) Waldir Arevolo
Há muito tempo ouvimos falar que as empresas devem adotar o modelo de
TI Verde ou Green IT. E esse, sem dúvida, será tema frequente nos
próximos anos, apesar de ações práticas ainda serem incomuns. O momento
de instabilidade financeira que teve início em outubro do último ano
trouxe uma abordagem diferente sobre o assunto e está exigindo um
melhor posicionamento de TI. Além dos fatores econômicos e
tecnológicos, os novos modelos e serviços oferecidos pelo mercado, como
virtualização e cloud computing, apontam para resultados ecologicamente
mais eficazes além, da necessária redução de custos.
Agora, a economia aponta para o reaquecimento dos negócios e as novas
mudanças estão “despertando” com maior frequência o conceito verde nas
empresas. A área de Tecnologia, que era apontada como a principal vilã
em consumo de energia, nesse momento é capaz de ajudar as companhias a
buscar a sustentabilidade. O que muitas empresas ainda precisam
descobrir é como aplicar as ferramentas existentes e tecnologias
emergentes para a obtenção de benefícios quantitativos e qualitativos.
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Melhores Práticas para Gestão de Service Desk
Nos dias 11, 12 e 13 de novembro o HDI Brasil promoverá em São Paulo o
treinamento HDM “Help Desk Manager”. O curso é voltado para
supervisores e gestores de centros de suporte e discute em três dias os
aspectos táticos e estratégicos de uma operação de centro de suporte.
O Help Desk Manager, um dos cursos mais procurados no país, apresentará
a nova versão da apostila – versão 4.2 e contará com dinâmicas e
exercícios que exploram situações e desafios vividos pelos
profissionais no dia-a-dia do centro de suporte. Os principais tópicos
abordados no curso são: Métricas, Gerenciamento das Operações, Gestão
de Equipes, Gestão do Conhecimento, ROI, Marketing do Centro de
Suporte, entre outros temas.
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O que se espera do Outsorcing de TI é usabilidade
Por (*) Guilherme de Assis Brasil
Entre os fenômenos relacionados ao enorme desenvolvimento da
tecnologia, um aspecto que vem chamando atenção nos últimos anos é o
avanço da usabilidade como diferencial de atração das preferências do
usuário. Prova disso está no grande sucesso de produtos como Wii e
iPhone, que, ao lado de novas experiências de interface, se
caracterizam justamente por proporcionar notável melhoria em termos de
usabilidade.
Ao lado disto, outro fenômeno que já deixou de ser tendência para se
tornar realidade cada vez mais predominante é o movimento de
terceirização das operações de TI.. Com diferentes propósitos, as
empresas transferem para provedores especializados muitas de suas
atividades operacionais, e em alguns casos até as estratégicas, para
poder dar mais foco aos seus processos executivos.
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