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O papel do Suporte em empresas desenvolvedoras de software

Por Natalia Gela

Não é novidade para ninguém o valor do suporte para a TI e às empresas em geral. Também não é novidade para ninguém que, em uma softwarehouse, o suporte tem a sua importância. Mas talvez o que ainda não seja de conhecimento universal é que o suporte a software não é apenas o complemento deste último, mas talvez o principal ator na relação entre empresa e cliente. Isso porque o suporte deve ter o conhecimento do negócio do cliente.
De acordo com Rodrigo Rico, gerente de Suporte na Bematech CMNet, não existe softhouse sem suporte, já que tem a mesma importância que desenvolver e comercializar um software. “O suporte é o elo que une cliente e empresa, muitas vezes é o único contato do pós-venda. A decisão de manter ou não a utilização de um software, muitas vezes, leva em conta como é o suporte, quando necessário”, avalia Rico.

Adriana Mendes, diretora de Relacionamento com o Cliente do Grupo PC explica que o suporte proporciona melhor condição de trabalho para a equipe de desenvolvimento, uma vez que intermedeia as demandas do cliente, deixando a equipe de desenvolvimento com maior poder de concentração, contribuindo até com a sua produtividade. “Outro fator importante é que a equipe de suporte normalmente com o perfil de se relacionar com o cliente e em constante contato com o mesmo, além de focada e especializada em ouvi-lo, compreender e atender suas demandas, acumula alto conhecimento das suas reais necessidades. Com isso, pode contribuir e muito com a evolução do produto, além de uma participação mais madura na gestão de liberação de novas versões”, afirma Adriana.

A importância do suporte para uma empresa desenvolvedora de software pode ser entendida ainda como um termômetro à organização, como explica o gerente de Atendimento e Relacionamento com Clientes da Mega Sistemas, Giuliano de Paula Machado. Para ele, isso acontece, pois, por conta de seus indicadores, é possível medir a satisfação dos clientes com serviços e produtos, auxiliando na tomada de decisões.

Patrícia Gonçalves*

 

O que faz algumas pessoas serem bem-sucedidas na vida e outras ficarem estagnadas? O que leva algumas pessoas a alcançarem o sucesso profissional e outras a se manterem num mesmo estágio em sua carreira? O que paralisa algumas pessoas e o que é capaz de motivá-las, levando-as mais além, a conquistarem novos horizontes, um melhor desempenhor? Quais talentos, valores e crenças definem as pessoas? Como as pessoas se veem diante da vida – vítimas ou autoras da sua própria história?

Cada um poderá responder a essas perguntas conforme sua perspectiva cotidiana, suas experiências, o ambiente em que está envolvido e conforme os valores que recebeu desde criança.

Os seres humanos são incríveis, pois são únicos. Até hoje a ciência não conseguiu fazer alguém exatamente igual ao outro, com os mesmos genes, corpo, alma, espírito. Mesmo com as várias tentativas de cloná-los, aos poucos aparecem os defeitos, as células se envelhecem mais rápido do que o original, entre outros problemas que podem aparecer. Você já parou para pensar que VOCÊ É ÚNICO e que não existe outra pessoa igual a você?

“O problema de se estar numa corrida de ratos é que, mesmo se você ganhar, você continua sendo um rato”. Lily Tomlin 

Por Jackson H. Pereira

“Estou ocupado” costumava fazer com que eu me sentisse importante na vida. Sentia que o mundo precisava de mim, como se de alguma forma eu fosse mais valioso quando tinha muito por fazer e pouco tempo livre.

Talvez por isso eu usasse o “estar ocupado” como um distintivo, e rapidamente recorresse a ele quando as pessoas me perguntavam como era a minha vida. No entanto, preciso confessar, a ocupação era apenas mais um vício ao qual me agarrei para que eu pudesse evitar coisas que me deixavam desconfortável.

Infelizmente, as coisas para as quais eu não podia dar atenção por estar sempre muito ocupado, eram algumas das coisas que mais valem a pena nessa vida.

Os gritos em um movimento de frustração recente e generalizada com a ocupação perpétua da vida. Hoje em dia parece haver uma suspeita geral sobre o, uma vez viável, valor de se estar sempre ocupado. E como mais perguntas estão sendo feitas, mais respostas estão sendo encontradas.

Ao que parece, estar sempre ocupado não é uma virtude, nem é algo a se respeitar mais. Entre as muitas razões para isso, há algumas que se destacam para mim. 

Pode ser falta de organização

Estar sempre ocupado pode realmente ser sinal de uma incapacidade de gerenciar bem as nossas vidas. Embora todos nós tenhamos temporadas com horários loucos, poucas pessoas têm uma necessidade legítima de estarem ocupadas o tempo todo.

Para o resto de nós, o que acontece é que simplesmente não sabemos como viver dentro de nossas possibilidades, priorizar corretamente, ou dizer não. “Ser ocupado não é o mesmo que ser produtivo”. E é algo mais frequentemente usado como um pretexto para evitar as poucas ações extremamente importantes, mas desconfortáveis, que temos que realizar. Estar sempre ocupado é uma forma de preguiça – preguiça de pensar e de mudar o padrão.

Problema de autoestima

A síndrome do “estou ocupado” pode ser um indicativo de uma falta de confiança e autoestima. Muitas vezes ficamos ocupados para nos sentirmos, inconscientemente, importantes e valiosos para o mundo ao nosso redor. Infelizmente, isso aponta para um desconhecimento do nosso valor inerente, em que, independentemente do nosso desempenho na vida, somos importantes, amados e valiosos. Este terreno escorregadio, normalmente nos deixa muito desconfortáveis com nós mesmos para que consigamos desacelerar.

Ocupação demais realmente restringe o desempenho profissional e limita a capacidade mental.

A ociosidade não é apenas um período de férias, uma indulgência ou um vício. É indispensável para o cérebro como a vitamina D é para o corpo, e privados disso sofremos uma aflição mental tão desfigurante quanto o raquitismo. O espaço e a tranquilidade que o ócio proporciona é uma condição necessária para estar de volta à vida. Vê-la como um todo, para fazer conexões inesperadas é paradoxalmente necessário para a obtenção de qualquer trabalho bem feito.


Ficar ocupados demais, muitas vezes, nos afasta das coisas boas da vida. Mesmo que estar ocupado faça com que nos sintamos mais vivos por algum tempo, a sensação não é sustentável em longo prazo. Nós vamos, inevitavelmente, seja amanhã ou em nosso leito de morte, desejar que tivéssemos passado menos tempo no burburinho da corrida dos ratos e mais tempo realmente vivendo.


“Não há nada com que o homem ocupado seja menos ocupado do que com viver, e não há nada mais difícil de aprender”. Cartas de um Estóico

 Rackel Valadares

 


Todos os gestores de Centrais de Suporte sabem, por experiência própria, que um dos maiores desafios é obter e manter uma equipe motivada. Naturalmente, os próprios funcionários são os primeiros a ter alta expectativa da gestão e da empresa com relação a isso. Especialmente em fases de desmotivação (individual ou generalizada), não é raro um funcionário perguntar para o chefe o que ele ou a empresa fará para reverter a situação.

Ter uma equipe motivada não é tão simples, e envolve variáveis que vão muito além de ações pontuais para motivar os funcionários.

Uma equipe motivada de maneira consistente depende, antes de tudo, do perfil dos profissionais que a compõem: gestão e analistas.

A motivação pode ser guiada por fatores intrínsecos e/ou extrínsecos, e aí reside a chave para a construção de uma motivação consistente e duradoura. Fatores extrínsecos como: aumento salarial, promoções, premiações, festas - todos eles têm um efeito efêmero.

Os fatores intrínsecos, ao contrário, geram a motivação fundamental, aquela que vem de dentro do indivíduo. Essa simples razão já é suficiente para que ela seja mais forte, contundente, mobilizadora. Fatores internos são relacionados à vontade, ideais, sonhos. Portanto, mais ligados às emoções, e por isso, capazes de gerar uma satisfação mais genuína.

 

Murilo Filhol Vieira

Como conquistar a confiança do liderado? Como conquistar a confiança do seu companheiro de trabalho? Ter a certeza de que você pode confiar em sua equipe em todos os momentos do dia a dia? Ter um bom relacionamento e que junto com sigo estarão dispostos a encarar todas as dificuldades que viram a frente.

“Conquistar a confiança de muitos, é conquistar a confiança em si mesmo”

Quando falamos em conquistar equipe, estamos falando em conquistar pessoas, e para conquistar pessoas precisamos ser verdadeiros em nossas atitudes, trabalhar com paciência, cordialidade, simpatia e espirito de vontade.