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O que seríamos sem uma “META”? Partindo do pressuposto de que, sem META, qualquer resultado serve! Isso explica e justifica bem sua importância, não é?

Bem, então vamos começar entendo o que é uma META. Na sua opinião, o que é uma meta? Meta é o que queremos, é um objetivo, ou seja, é um E.D. - “Estado Desejado”.

Uma META precisa ser clara, explicada, mensurada, factível, precisa de data (deadline) e, por fim, um real motivo. Quantas vezes você já foi cobrado de algo sem saber bem do que se trata? Não se preocupe, pois isso realmente ocorre e faz parte da nossa rotina. Uma ótima dica para ser assertivo e identificar o que é realmente importante, é se questionar. Exemplo: Qual o motivo do seu pedido? Onde quer chegar? Para que isso serve? O que ganharemos? O que podemos perder? Para quando você quer? Qual o prazo? Quem mais?

A diferença crucial entre as equipes esportivas e as corporativas é a capacitação. Enquanto os esportistas treinam 90% do seu tempo para estarem dentro do nível desejado de suas habilidades e competências, no ambiente corporativo, falta tempo e capacitação. Dificilmente encontramos uma empresa com cargas horárias de treinamento e capacitação compatíveis com as necessidades da função e do ambiente. Sempre encontramos as mais diversas desculpas para tal, até delegamos isso para nossos profissionais.

1. Pressões da indústria estão forçando seriamente a priorização de foco

Outsourcing não costumava ser o primeiro assunto a ser tratado pelos executivos de bancos. Há apenas alguns anos, as objeções chegaram de modo rápido e firme, mesmo quando os benefícios mostraram-se convincentes. Porém, atualmente quando falamos sobre outsourcing, ouvimos muito "O que há de novo? Quem fez? Como está funcionando?".

Quem nunca se deparou com os devaneios de um cliente ou parceiro sobre os riscos de um projeto? Nós, como líderes, quando fazemos uma análise de projeto, precisamos demonstrar esses riscos de forma calculada, para que algumas coisas não saiam do controle e nem sejam atrasadas por problemas que talvez nem venham a existir.

Mas como calcular esses riscos e tentar prever essas vertentes? Vou lhe contar!

“Métricas são Pessoas”, esta frase é um alerta para qualquer gestor. Em um mundo habituado a falar de KPI (Key Performance Indicators – Indicadores Chaves de Performances), SLA (Service Level Agreement – Níveis de Serviço), entre outras formas de fazer a gestão de serviço em TI, relembrarmos que por traz de todos esses números e gráficos, termos pessoas reais com problemas reais é um desafio.